Terapia de vidas passadas com crianças

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Ao contrário do que muitos pensam, a TVP com crianças é fantástica. Fantástica em resultados, em procedimento e em indicações. Muitos pais e educadores têm medo, acham que é perigoso fazer TVP com crianças. Que elas não estão prontas, não amadureceram ainda. É uma idéia comum, mas não passa de um mito.

Meu segundo livro, “Era uma vez – Terapia de Vidas Passadas com crianças”, foi lançado em outubro de 2009 (à venda direto comigo ou na Livraria Cultura). Nele, converso justamente sobre o quanto a TVP pode ser rica na ajuda a crianças com dificuldades – ou, num mundo ideal, de forma preventiva para todas.

A TVP infantil é bem pouco praticada no Brasil, me orgulho de ser uma das poucas especialistas. Apesar de todos os mitos que envolvem o assunto, aprofundei meu estudo por aí, conferindo em consultório e com os colegas que não há perigos quando o procedimento e´adequado, assim como com os adultos. Além disso, as crianças costumam interagir e se entregar ao processo com  muito mais facilidade.

Na leitura da TVP, um transtorno de atenção ou uma hiperatividade seriam explicados da seguinte forma: a criança traz pendências no seu passado encarnatório, energias em excesso mal resolvidas, variando caso a caso. Pode ter sido um guerreiro – ainda acompanhado de seus comparsas – ou um pirata, um beduíno, um nobre manipulador, um atleta vencedor, enfim: algo no passado está gerando energia em excesso e o baixinho não está sabendo lidar com isso.

Já a Depressão infantil pode ser apego a alguma situação de passado, ou a algum amigo que ficou no astral. Bebês e crianças que choram em excesso podem estar sendo cobradas por antigos desafetos, que se aproveitam da fragilidade do recém encarnado.

Assim como na Psicologia tradicional, a brincadeira e os desenhos são poderosos aliados para o terapeuta entender o que se passa no psiquismo dos pequenos, apenas a interpretação que será bem diferente. Uma menina que desenha muitas princesas pode ter vivido várias vidas em cortes de palácios, outra que goste de odaliscas pode ter vivido em um harém. Crianças que desenham coisas negativas podem ter partes de si presas no Umbral, ou podem literalmente estar sendo perseguidas quando dormem.

Para o livro, contei três casos na íntegra. Um sobre agressividade, o outro sobre cleptomania e o terceiro um caso considerado psiquiátrico. Todas tiveram amplo e breve resultado, com menos de 3 meses de tratamento.

Outro ponto fundamental ao tratar crianças é intervir também com os pais. Costumo atender as crianças menores junto com a mãe e as maiores sozinhas, mas sempre dando amplo espaço de interação e participação aos pais. Dificilmente pais harmônicos e felizes criam crianças desarmônicas, logo deve-se olhar sempre para o conjunto familiar e ajudar a todos.

A criança mais nova que já tratei tinha 2 anos e meio. A partir do momento em que há fala, já é possível fazer um bom trabalho. Crianças de 4 a 10 anos respondem com impressionante rapidez e eficiência.

Enfim, deixemos mitos arcaicos de lado e ajudemos nossas crianças, pois elas construirão o mundo de amanhã e precisam de uma mãozinha dos adultos para se libertarem das tristezas de ontem!

 Camila Sampaio

Atendimento em São Paulo

Site: http://www.terapiadevidaspassadas.net

E-mail: camilasampaio@yahoo.com.br

Fones: (11) 9502 2176

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