Monografia parte 6 – Visão pessoal e adaptações ao método

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Durante toda a minha formação de Historiadora, algumas indagações não me saíam da mente. Especialmente, aproveitando o exemplo supracitado: por que os judeus tiveram que passar pelo Holocausto? O que justificaria a morte de 6 milhões de pessoas de forma tão bárbara?

Apesar de existir vasta bibliografia sobre o tema, nunca encontrei uma resposta satisfatória. Até o meu reencontro com os dizeres de Mestre Ramatís. Sua obra já gerou tanta polêmica pela questão do juízo final e da diferenciação entre Jesus e o Cristo Planetário, que uma nota de rodapé muito instigante passou batida aos olhos dos historiadores, e foi sabiamente apresentada a mim por Sidney Carvalho, um dos articuladores do Projeto Bandeirantes da Luz na Terra. Ei-la:

“Nota de Hercílio Maes: Segundo certo comunicado mediúnico por entidade de reconhecido critério espiritual, Hitler, no passado, foi o Rei Davi, e comandou inúmeras vezes as hecatombes sangrentas registradas amiúde, na Bíblia. Mas, de acordo com a lei de “quem com ferro fere com ferro será ferido”, o seu espírito retornou à Terra, na Alemanha, e, sob a injunção do Carma, abriu as comportas do sofrimento redentor para os próprios comparsas e soldados que comandou outrora e lhe cumpriram fielmente as ordens bárbaras. Assim, os mesmos judeus que ele trucidou neste século, nos campos de concentração, já tinham vivido com ele e eram os mesmos soldados e comparsas impiedosos, afeitos aos massacres dos povos vencidos. Como exemplo a  esmo das barbaridades cometidas pelo rei Davi e seus exércitos, no passado, eis o que se encontra em II Samuel, 12:31 e transcrevemos: “E trazendo os seus moradores, os mandou serrar; e que passassem por cima deles carroças ferradas; e que os fizessem em pedaços com cutelos; e os botassem em fornos de cozer tijolos; assim o fez com todas as cidades dos amonitas; e voltou Davi com todo o seu exército para Jerusalém.”

O Sublime Peregrino, p. 32

 

Tal afirmação tem conseqüências muito sérias para a historiografia. Significa dizer que a mesma pessoa que os judeus idolatram é a criatura mais odiada e perversa que já existiu para eles, ao mesmo tempo.

 Partindo dessa revelação bombástica, com base em todos os questionamentos levantados pela História das Mentalidades, e alicerçada no estudo sobre TVP, decidi que meu caminho seria buscar a História Espiritual, os bastidores da História Oficial, a parte que não é divulgada, mas que permanece no conhecimento ocultista da humanidade, e que cada vez floresce mais nessa nossa Era de Aquário recém iniciada.

O trabalho começou com A caminho da Luz, de Emmanuel e Francisco Cândido Xavier, uma verdadeira cartilha de História, escrito em 1938! Nele Emmanuel deixa clara a origem capelina de todos nós, como também Edgard Armond, em Exilados de Capela (1951).

Essas e outras obras mostram que uma multidão foi enviada de Capela, que fica na constelação do Cocheiro, por não estar afinizada com a vibração planetária. Capela estaria passando pela mesma fase que nós passamos agora[1]. Existe um trabalho excelente de depoimento oral de um capelino, na obra Os Filhos das Estrelas, da Dra. Maria Teodora Ribeiro Guimarães. Eu mesma tive acesso a um depoimento, que será relatado adiante.

Esses capelinos chegaram à Terra e se misturaram com os terrícolas primitivos e com os atlantes, que viviam o auge da sua civilização. A origem dos atlantes ainda é muito discutida. Mas como é relatado no capítulo inicial de Akhenaton – a revolução espiritual no antigo Egito, por Roger Bottini Paranhos, com a chegada dos capelinos começou a decadência atlante, e um grupo se organizou para salvar o conhecimento que seria levado para outras partes do globo.

As obras de Roger Feraudy também mostram a herança atlante no Brasil (Baratzil e A Terra das Araras Vermelhas) e na Revolução Francesa (Flor de Lys). Ou seja, vários itens negligenciados pelos currículos escolares seriam de suma importância para explicar nossas origens e para conferir mais lógica aos futuros acontecimentos, dado que estão todos encadeados.

Um bom número de psicólogos publicou relatos de seus pacientes, alguns historicamente passíveis de verificação. Mas a única que realmente se enveredou pelo processo foi Helen Wambach.

A dra. Wambach catalogou historicamente mais de 1000 casos de regressão, fazendo estudos de gráficos e tabelas para compará-los com a estatística histórica oficial – e o resultado foi correlato.

Um outro trabalho investigativo sobre o conteúdo das regressões é Histórias de reencarnação, da jornalista Rosemary Ellen Guiley, que conversou com terapeutas e pacientes e arregimentou uma série de histórias, passando pela Atlântida, Império Romano, Assíria, Império Asteca, Oriente Médio, Era Vitoriana, entre outras. O objetivo era ver como essas pessoas passavam a encarar a vida após passar pela experiência da regressão.

Meu objetivo, além da terapia, é a pesquisa das histórias. Poucos pacientes conseguem acesso a nomes e datas, mas alguns conseguem e de forma bem nítida. Com o decorrer do tempo pretendo recolher dados e ir pesquisando na medida do possível.

Nesse sentido, a minha contribuição pessoal ao método de Márcio Godinho seria incluir perguntas mais detalhadas sobre a vida que está sendo revista, não me concentrando somente no sintoma. Para as pessoas que conseguem visualizar detalhes, a partir de um termo de consentimento, depois de resolvidas as questões clínicas que a trouxeram, será realizado um trabalho de pesquisa através da TVP.

Por que através da TVP? Porque assim não ficará apenas a minha impressão pessoal dos registros akáshicos. Mais ou menos como buscou L. Paranhos, usando uma médium para a pesquisa e uma vidente para confirmar o que a médium estava vendo, estudo relatado em Viagens Psíquicas no Tempo.

Vamos agora aos pacientes.

 

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