Monografia parte 7 – Relatos de caso

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Logo no início de minha carreira fui agraciada com casos muito interessantes. Uns complexos, outros simples, mas todos eles proporcionando uma visão bem ampla da psique humana, como poderá ser notado no resumo de casos que se segue.

 

Um pescador viúvo

André[1], biólogo, 28 anos, tinha como principais sintomas a angústia, a ansiedade e a nostalgia, além do medo de perder entes queridos. Também dizia que tinha medo de ficar sozinho, que não lidava bem com isso.

Escolheu trabalhar a saudade, e na sua ficha de indução constaram os seguintes itens:

·        Lembranças boas, como se quisesse voltar ao que era antes.

·        Se sente incapaz de voltar ao que estava fazendo.

·        Vontade de chorar.

Após reviver algumas cenas da vida atual, referentes a um término de namoro recente, André reportou-se a uma existência na Espanha. Eis o relato:

“Estou vendo um farol, que brilha. Estou em uma praia. Uma vila de casas. Não vejo ninguém. Eu moro ali. Estou vendo uma rua de paralelepípedos. Tem um gato atravessando a rua. Eu estou sentado no meio fio. Estou usando uma blusa verde, e estou chorando. Não, estou com a cabeça baixa, triste.

Meu nome é Juan. Estou descalço, meu pé está sujo. Não tem ninguém. Todo mundo está na missa. Eu não quis ir. Eu não gosto daquele ambiente. Eu sou um garoto.

Meu pai está deitado. Ele está doente, está na Igreja. Minha mãe está com um véu. Ela está na Igreja também. Ela chama Rosana, ele Jairo.

Parece que estou sentado na praia, brincando na areia. Sou mais novo, meu cabelo é comprido. A água bate no meu pé, estou sentado na areia. Estou sozinho, não sei porque. Meu pai vai chegar. Estou brincando, mas sei que ele vai chegar. Mas ele demora. Está frio, ventando. Ele está meio longe. Ele não chega, escurece. Minha mãe vem me buscar.

Ela tem um lenço na cabeça, bobes no cabelo. Ela segura no meu braço, estou todo sujo de areia, meu cabelo é loiro, cacheado. Não tenho irmãos.

Estou olhando para a água, o mar está calmo. Vejo meu reflexo, estou deitado. Sou velho, tenho barba. Sou grande. Estou sem camisa. Olhando para a água, vendo meu rosto. Não tenho cabelo, mas tenho barba. Sou pescador. Estou sozinho. Não tenho mais pais. Eles morreram de velhice. Só sobrei eu. Era sozinho. Estou sujo, suado. Tenho calos nas mãos. Eu falava espanhol. O céu é bem azul, mesmo à noite. Tem muitas pedras na praia. Tenho uma rede de pesca.

Moro sozinho. Minha esposa morreu. Perdi a mulher e o bebê. Eu a amava. Ela era linda… Ela apareceu de repente. O sorriso dela é lindo. O nome dela é Lara. Casamos na Igreja. Ficamos pouco tempo juntos. Senti-me sozinho. Fiquei velho. Sentia muita saudade. Não me envolvi com mais ninguém. Lembro dela me vendo na praia, de vestido branco. Ela tinha o rosto fino, o nariz fino”.

 

André carregava a nostalgia desse nível até hoje, uma saudade indefinida que o incomodava muito. Infelizmente o sintoma desapareceu e ele não deu seguimento ao tratamento, o que impossibilitou um trabalho mais profundo.

 

Um nobre egípcio aventureiro

Renato, webdesigner, 33 anos, está enfrentando graves dificuldades financeiras. Está desempregado há um ano e meio, vivendo de trabalhos temporários. Sente que tem algo a fazer em algum lugar diferente de onde mora, mas não tem coragem de enfrentar o desconhecido.

Na sua ficha de indução constaram os seguintes pontos de indução:

·        Aqui não é o meu lugar.

·        Desisti de procurar.

·        Quero construir uma família.

·        Espero uma luz.

·        O meu momento vai chegar, falta pouco.

·        Desespero pela demora.

·        Não pode parar na vida.

·        Desânimo.

Renato já tem familiaridade com a mediunidade, sua regressão aconteceu de forma muito rápida. Eis o relato:

“Estou vendo um egípcio muito arrogante, com espada na mão. Ele é folgado, grita ordens. Os empregados estão recolhendo as coisas dele, e ele esbravejando. Estão em um salão. Sentado num trono.

            Não sei se ele é rei ou príncipe, é muito novo para ser rei. Agora ele sentou e está pensativo. Está pensando, está entediado. Não gosta de ser rei. Queria liberdade, viajar. Ele sofre muita pressão, mas não é ruim. Ele fica no templo, no palácio, fica andando. Pensa em fugir.

            Consegue. Disfarçado de nômade no camelo.Fica vagando pelo deserto. Vejo que está caído na areia. Não sei se ele sai. A areia está cobrindo ele. Ele está cansado.

            Reagiu agora. Falou que está cansado mas não vai se entregar. Está caminhando. Encontrou outros caras a cavalo, pediu água e deram. Não seguiu com eles. Ele se lavou e continuou caminhando. Chegou a uma vila no meio do deserto. Está comendo dentro de um lugar. Todo mundo está olhando, ele está com roupa de nobre. Está meio perdido, não sabe o que vai fazer, mas não quer voltar. Vai dormir ali e continuar viajando no outro dia. Está desconfiado, dormindo com uma faca, acha que vai ser assaltado. Ninguém mexe com ele, ficam com receio, ele tem cara de bravo. Ele não fala muito.

            Ele quer conhecer outras terras, não quer se prender a nada. Ele consegue. É aventureiro. Viaja de navio, está junto de uns piratas mas não é um deles, trabalha num barco fazendo limpeza. Está procurando um lugar onde se encaixe, percebe que não se encaixa em nada.

            Não cria laços. Tem uma certa luz, encanta. É misterioso. As mulheres se apaixonam, ele se destaca, é diferente. Nenhuma cria problemas. Ele é sincero.

            Não casa. Não tem filhos. Só viaja direto. Se sente bem, não pensa muito. As lembranças machucam. A família. Achava que ninguém o entendia. A mãe. Não era muito ignorante, por fachada. Não sentia raiva da mãe, não conseguia demonstrar que gostava. Ela ficava triste. Mas ela sabe que ele a amava. Ele pede desculpa aos empregados. Eram poucos, uma meia dúzia. Eles sabiam que não era por mal.

            Ele tentou se conhecer. Conseguiu. Sofreu bastante. A melhor coisa que ele fez foi ter partido. Ele tinha medo de partir. Por falta de confiança, não sabia por onde começar, não tinha autoconfiança. Viu que nem tudo se resolve por ignorância.

            “O caminho é longo, os obstáculos são muitos, mas a vitória é certa. Não estamos sós. O pai nos ama.”

            Ele continua estudando até hoje. O desencarne: foi calmo, estava velhinho. Foi morte natural.

 

            Essa vida ensinou muito a Renato sobre a coragem para enfrentar seus objetivos, sobre as dificuldades em deixar para trás quem amamos, e principalmente sobre a possibilidade que ele possui atualmente de fazê-lo sem tanto radicalismo.

         Renato complementou seu tratamento com Apometria, onde outros níveis rebeldes foram detectados. Eram níveis de drogados, alcoólatras, ou que não concordavam com o trabalho espiritual que ele desenvolve atualmente, e tentavam a todo custo sabotá-lo e afastá-lo.   Apesar de ainda não ter resolvido a questão financeira, Renato está muito mais consciente, confiante e encorajado, sabendo definir mais objetivamente quais são as suas metas.

 

         Mergulhando na sombra

Alessandra, publicitária, 50 anos, tem um histórico de depressão muito extenso e complexo. Passou por sete anos de doença e por diversos profissionais na área da psicologia tradicional e da psiquiatria. Também ingeriu uma infinidade de remédios alopáticos, e inclusive se submeteu a um tratamento de eletrochoque. Possui grande familiaridade com o lado espiritual, e buscou a TVP para encontrar respostas para a sua ampla diversidade de sintomas. Paralelamente buscou também a Apometria.

Dentro da miríade de queixas, as principais eram: a depressão em si, fortes crises de ansiedade, medo da solidão, incapacidade de lidar com os problemas do dia-a-dia, profunda angústia, muito cansaço, excesso de arrogância, orgulho, soberba, reclamações excessivas, entre outros.

Tem dois irmãos (Leonardo e Adriano) e duas irmãs (Vanessa e Paula).

Na primeira sessão Alessandra voltou para a França Medieval. Viu uma luz intensa, e essa luz foi diminuindo até se transformar numa fresta de sol entrando pela janela da prisão. Ela se chamava Ariane, e era quase cega. Antes foi nobre, mas quando os pais morreram em uma guerra perdeu tudo. Seu pai era muito bravo, porque sabia que ela ficaria em dificuldades, por ser filha única, deficiente e mulher. Ela foi estuprada aos 15 anos, e obrigada a viver de esmolas. Um dia foi acusada de roubo e presa. Sua mãe era uma das irmãs da encarnação atual, Vanessa, e elas se amavam muito.

Alessandra ficou confusa, porque hoje em dia não se dá muito bem com a referida irmã. Partindo disso chegamos em outra vivência na França. Dessa vez Alessandra se chamava Josefine e Vanessa era Letícia. Eram irmãs naquele tempo, mas brigavam muito quando pequenas. Em uma discussão, Josefine empurrou Letícia acidentalmente para dentro de um poço e esta acabou morrendo. A família toda ficou ressabiada com Josefine, os irmãos não acreditavam que tivesse sido sem querer. Entre eles estava Terrance, que hoje é Leonardo, também irmão de Alessandra.

Josefine cresceu sozinha pelos cantos, isolada, pois todos a tratavam com reserva. Casou com o primeiro homem que pôde, e não foi nada feliz. Um dia conheceu Jean, um forasteiro, por quem se apaixonou. No auge do amor acabou fugindo com ele e deixando para trás o marido e os cinco filhos. Entre eles estava Cecile, que atualmente é filha de Alessandra e se chama Beatriz. Também estava Paula, outra irmã atual de Alessandra, com a qual se dá muito pior do que com Letícia/Vanessa. Paula nunca perdoou o abandono.

Mulherengo, Jean acabou deixando Josefine por outra mulher, e ela teve que se prostituir. Morreu de doença venérea, e ficou presa em um prostíbulo no umbral. Quem a resgatou, depois de oitenta anos, foi a filha Cecile/Beatriz. Ela só conseguiu fazer o resgate quando Josefine finalmente rezou pedindo pelo bem dos filhos.

Demais correlações com a vida atual: Jean era o segundo marido de Alessandra atualmente. E a mulher por quem ele trocou Josefine é a mesma com quem ele se casou atualmente após deixar Alessandra, que continuou um bom tempo apaixonada por ele. Ela ainda nutria muito ódio do episódio, e todos os níveis conscienciais envolvidos foram desdobrados e conscientizados, com as técnicas da Apometria. Além disso, na vida atual Alessandra sentia a mesma sensação de Josefine: não ser bem-vinda em casa, ser uma estranha indesejada. Após essa sessão, os irmãos passaram a telefonar mais para ela, e eles foram se aproximando na medida do possível.

Em uma segunda sessão, Alessandra se viu novamente na França, por volta de 1600, como uma aia chamada Mariane. Os sintomas das crises de ansiedade atuais começaram a ser explicados aí, pois a aia morreu soterrada depois de um bombardeio de catapultas. O nível ainda estava muito nervoso, porque estava preso na situação de morte, sentindo o gosto de terra na boca e a agonia de chamar e não ser socorrida. Depois dessa sessão a ansiedade continuou presente, mas as crises diminuíram de intensidade.

Na terceira sessão travamos contato com Tony, na Inglaterra, outro nível de Alessandra. Ele era uma pessoa de posses, mas seus pais morreram durante uma peste e isso o obrigou a interromper os estudos, passando então a trabalhar. Ele copiava livros, mas a cota exigida pelo patrão era muito alta e difícil de alcançar.

Era sempre pressionado, e ficava desesperado porque sabia que não conseguiria alcançar a meta mesmo que tentasse. Isso aparece no cotidiano de Alessandra hoje em dia, pois ela fica extremamente estressada com o seu trabalho, o que gera muita ansiedade, num nível exacerbado. Terrance/ Leonardo, o irmão atual, daquela vez era seu pai. Ele ficou muito preocupado por ter morrido e deixado o filho sem proteção, e por isso Leonardo atualmente sempre é compelido a ajudar a irmã financeiramente.

Na quarta vivência Alessandra aparece como Caterine, uma nobre novamente francesa, em 1820[2]. Teve uma vida cheia de caprichos, casou-se com o moço mais cobiçado da sociedade, mas era muito ciumenta e possessiva com ele. Não conseguiu ter filhos, e isso a deixou amarga e solitária.

Caterine era muito rígida com suas serviçais. Uma delas, Cristine, é atualmente colega de trabalho de Alessandra e a trata com muita ressalva. Conscientizar isso fez com que Alessandra buscasse compreender melhor a rusga entre as duas, e apesar das recaídas teve um saldo positivo.

Alessandra, por ser médium, incorpora os níveis e conversa comigo em terceira pessoa, como se eu estivesse de fato conversando com Caterine. Dessa forma, ela pôde se queixar da vida atual de Alessandra, que anda com privações por causa das dificuldades financeiras. E também disse que ela não devia se queixar tanto, pois pelo menos tem uma filha agora.

 

Nesse ponto tivemos acesso ao mentor de Alessandra, Samuel, que pôde, com o consentimento do plano espiritual, nos informar qual era a principal causa da depressão tão recorrente. Alessandra praticou um aborto porque engravidou do segundo marido quando eles já haviam se separado.

O bebê não aceitou a atitude dela, e assim que pôde começou a obsedia-la. Como ela demorou a se arrepender, abriu muito espaço para a atuação dele e demais inimigos que ela possuía no astral. Samuel também informou que o tratamento de eletrochoque foi um recurso último para desligá-la da influência dele, e que a situação se manteria assim por algum tempo.

Na quinta e última vivência até então – o tratamento está em andamento – Alessandra se viu como Kirlian, um capelino. Ela sempre sentiu muito medo e angústia quando se separava de pessoas queridas, o que atrapalhava muito seu cotidiano. Pela importância do relato, segue na íntegra:

“A minha história é a mesma de todos. Não aceitam mais a gente no nosso mundo, dizem que somos rebeldes, maus e resistentes, que a gente se recusa a viver em paz, e então iremos para a guerra, vamos para um lugar com muita guerra por séculos. Estou perplexo mas sei que vou me adaptar. Achava meu mundo uma pasmaceira, tudo muito certinho. Mas não é agradável. Eu podia não gostar do certinho, mas tinha parentes, família. Eu fui o único da família a vir embora. Eu vim sozinho.

Eu semeava guerra, discórdia, achava todo mundo bobo e paradão. Eu fazia pesquisa. Alguma coisa tão avançada que não tem aqui, algo tecnológico. Não tem comparação. Eu tinha família, colegas, amigos. Não era casado. Não quis, não tive vontade.

Sinto-me tão dividido, queria ficar e não queria. Doeu-me vir embora porque vim sozinho. Todo mundo veio desencarnado, facilita o transporte. Eu me matei. Não estava feliz, não aceitava a vida como queriam que fosse. Tomei uma espécie de veneno. Mas eu não sabia que iam me escolher para mandar embora. As pessoas deviam ser avisadas, não deviam? Falaram que não adiantava eu ficar, que eu não me enquadrava. E quando perguntei disseram que todos que eu conhecia ficariam, porque eles estavam adaptados. Sinto uma mágoa bem grande de duas coisas: ninguém me avisou sobre o exílio, e o fato de eu ter vindo sozinho.

A nave está andando de novo. Estão me mostrando a Terra. É um lugar bonito. Eles ensinaram como estava a Terra, um mundinho bem primitivo, vai precisar de muita coisa para melhorar. A gente vai para uma espécie de câmara para hibernar um tempo, como se tivesse uma programação onde vamos aprender em um filme enquanto a gente dorme. Vamos hibernar até fazerem todos os ajustes no nosso corpo.

Tem alguém que cuida de mim. O nome dele é Noal. É um senhor de barbas brancas e cabelo comprido. Tem uma cara boa. Disse que existe uma lição que eu irei aprender a duras penas, o amor. Se eu soubesse amar não teria vindo para cá. Quando pergunto o que é, ele diz que Jesus sempre diz que o amor por si e pelos outros é o caminho.

A Alessandra está aprendendo a amar sim, nas últimas vidas e nessa. Ultimamente lembrei a ela que fui muito frio, duro e insensível. E que isso não leva a gente para o caminho do bem. Ela ainda tem muito do que eu tenho e trouxe. Parece comigo na arrogância e orgulho. Mas ela não é mais indiferente.

E vejo que ela está diferente, sensível. Ela desenvolveu um sentimento forte, às vezes bom e outras vezes ruim. Às vezes é um ódio e raiva, outras um amor, com compaixão.

Eu estou começando a aprender. Eu era muito frio há uns anos. Não estou mais conseguindo. Ela me comove. Quando ela está feliz ela vê o mundo tão mais bonito. Numa viagem recente teve um dia que ela ficou tão extasiada com um pôr-do-sol que eu estranhei. Mas aí vi que estava bonito mesmo. Ela está me ensinando a amar a Natureza, ver como a Terra é bonita. Ela se emociona com umas coisinhas, como tocar piano, ou estar alguns dias entre parentes com harmonia. Ela se sentiu grata por ser parte daquilo. Ela se emociona. É ruim quando ela sente ira, ou descontrole. Talvez fosse eu que estivesse mandando coisas ruins. Sinto-me dividido, tem horas que gosto dela e tem horas que a acho uma boba.”

 

Kirlian aceitou seguir para uma escola no astral, para reeducar seus sentimentos – e inclusive ficou muito surpreso que tal escola existisse.

Eis o saldo final do tratamento de Alessandra até agora: ela voltou a trabalhar sua mediunidade, está levando uma vida muito mais equilibrada, está  namorando, está menos agressiva e mais resignada e consciente da sua tarefa. Quando a tristeza chega, ela combate persistentemente, e relata que a terapia vem ajudando muito. Na TVP ela fez o primeiro contato mais sólido com seu mentor, e hoje em dia recebe sua visita periodicamente, o que tem auxiliado muito na sua qualidade de vida.

Com tudo isso colocado, vamos às considerações finais.

[1] Nomes, profissões e detalhes que possam identificar o paciente foram alterados.

[2] Alessandra sempre teve imensa familiaridade com a língua francesa, e ao visitar a França na vida atual reconheceu as ruas da parte histórica de Paris como se sempre tivesse morado lá.

 

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