Terapia de vidas passadas e alienação

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Alienação é um termo definido por Hans Tendam, um dos maiores teóricos da TVP, para definir a pessoa que ainda está apegada a uma existência passada, ao período entrevidas ou à existência antes do exílio planetário.

São as pessoas aéreas, desligadas do mundo, como se nem vivessem aqui direito. E que sentem uma angústia, uma saudade enorme, como se não fosse caber no peito. Sentem falta de algo ou de alguém que não sabem quem é.

A pessoa com alienação costuma ter muita dificuldade para viver a vida na Terra, o dia-a-dia. Coisas pequenas como ir ao banco ou fazer uma caminhada para ela são como um martírio. Sentem o corpo pesado, sujo, desagradável. Costumam ser pouco ligadas a estética e hábitos saudáveis.

Na verdade a pessoa realmente não gostaria de estar aqui. Quando vamos investigar sua reunião de proposta encarnatória na TVP, encontramos uma briga praticamente: os senhores do karma explicando pacientemente qual é a necessidade de voltar, que pontos ela precisa trabalhar, e ela ou emburrada num canto ou gritando de volta, inconformada.

Quando o apego é anterior ao exílio, a rejeição ao corpo costuma ser intensificada. A pessoa tem outro padrão de corpo na cabeça. Tem dificuldade em conviver com grupos, pois onde morava todos eram amigos, era possível confiar em todo mundo. Acha o mundo injusto e acha que definitivamente não faz parte dessa Terra maluca.

Se o apego é a alguma vida específica, a pessoa começa a desenvolver hábitos e comportamentos condizentes ao período histórico em questão. Se foi uma freira começa a usar roupas recatadas e a ter problemas na vida afetiva, se foi uma odalisca começa a gostar de dança do ventre e a comprar objetos árabes etc.

Em qualquer um dos 3 casos, é recorrente que a pessoa viva desdobrada sem saber. Se ela tiver conhecimentos de magia em vida passada, essa dissociação pode ser até mais severa. Ou seja, ela vive sua vida normal no corpo físico, mas parte de seus corpos sutis ainda estão vivendo na outra dimensão a qual ela está apegada. Esse desdobramento acontece de forma inconsciente, e pode acontecer o tempo todo. É como se a pessoa vivesse em dois mundos – e a sua energia vai ficando dispersa.

Por conta desse desgaste energético, é comum o cansaço, a  apatia, problemas financeiros, excesso de peso, falta de concentração, dores de cabeça, confusão mental. É como se a pessoa estivesse dividindo a própria energia em dois corpos, tudo de forma inconsciente.

Quando vamos tratar uma pessoa assim em TVP, vamos com ela observar com muito cuidado a vida passada em questão (seja pré-exílio, astral ou vida passada mesmo). Vamos entender o por quê do apego, o que ainda a prende ali, e fazer uma harmonização entre essa vida passada e a vida atual, para que o reacoplamento aconteça.

A alienação também pode acontecer por causa de uma separação. Alguém muito querido a nós, na maioria das vezes um parceiro afetivo, permanece no astral enquanto encarnamos, ou encarna em um lugar diferente. A saudade é enorme e é como se os dois vivessem sempre conectados.

Em um caso assim precisamos acessar em TVP o por quê da separação e trabalhar a aceitação. É comum que os dois estejam em fases evolutivas diferentes, e precisem cada um de uma realidade. Como isso foi previsto e é o melhor para ambos, vamos buscar a aceitação, compreensão, e qual é exatamente a causa da defasagem evolutiva, para que o paciente possa se trabalhar nesse sentido.

Nada melhor do que viver no aqui e agora. Para a pessoa com alienação essa é uma tarefa muito dificil, e será justamente seu objetivo de vida a partir do momento em que ela é conscientizada disso em terapia. Apesar de sofrido, nunca estamos desamparados, e quando colaboramos com a proposta encarnatória atual muitas coisas boas costumam acontecer!

Vou incluir abaixo uma música de Neil Diamond, que foi trilha do filme Fernão Capelo Gaivota, que para mim é a expressão mais perfeita da alienação. Diz: Dear father we dream while we wait (Querido Pai, nós sonhamos enquanto nós esperamos).

Aliás, traduzindo o que a gaivota fala, que é absolutamente significativo:

“Minha vida acaba aqui?

Não posso acreditar nisso.

Eu não nasci para me afogar nesse oceano.

Eu posso morrer aqui ou posso me forçar a voar.

Está em mim.

Está em mim!

Eu tenho que tentar

Eu tenho que voltar para casa.”

 

 

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Terapia de vidas passadas e Depressão

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É muito comum que o deprimido receba um rótulo, tanto da família quanto da sociedade: isso tudo é frescura. Como se ele próprio criasse sofrimento onde não existe, e ficasse se lamentando pelos cantos.

Esse é um preconceito que o deprimido enfrenta diariamente, e só quem realmente já sentiu a doença na pele sabe o quanto não é verdade. A depressão é silenciosa, ela vai se instalando na vida da pessoa até tomar toda a sua alma.

A princípio parece uma tristeza profunda, e na maioria das vezes essa tristeza tem um motivo sólido. Mas o tempo normal de tristeza vai passando e ela ao invés de ceder só piora. A pessoa vai ficando sem vontade de fazer nada, de tomar banho, de se arrumar, de falar até. É como se ela quisesse parar de existir.

Na TVP encontramos, como sempre, várias razões que podem levar à doença. Esses são os 18 fatores de passado apresentados no Fio de Ariadne, ilustrados com 30 casos, como os geradores da Depressão:

1)                 Situações de abandono

2)                  Escravidão

3)                 Posição de vítima consolidada

4)                 Apego a existência no astral

5)                 Afloramento cronológico

6)                 Suicídios recorrentes

7)                 Arquepadia (magia de passado)

8 )                 Perda traumática no passado

9)                 Culpa

10)             Impotência em situação traumática

11)             Obsessores cobrando

12)             Obsessão por amor

13)             Alcoolismo no passado

14)             Pactos de magia

15)             Abortos

16)             Trauma intra-uterino

17)             Expulsão de comunidades e grupos

18)             Reencontro e convivência compulsória com inimigos

Ou seja, resumindo: ou a pessoa vivenciou a depressão em vidas passadas e está retomando o sentimento, ou ela está sofrendo conseqüências energéticas de maus atos, ou fatos do passado que não foram vivenciados como depressão são retomados e dessa vez a depressão é o sintoma que vêm à tona.

A depressão está profundamente ligada à não aceitação. É como se o psiquismo da pessoa desse um curto circuito, e não agüentasse mais. A pessoa simplesmente para.

O mais comum é que aconteça por motivos afetivos ou profissionais. Términos de relacionamento e de emprego, onde a pessoa se vê sem saída, como se a sua vida inteira fosse caindo frágil como um castelo de cartas. Além da pessoa não aceitar o que acontece, ela não vê como sair da situação, e por isso se entrega.

É muito importante buscar a TVP quando o assunto é depressão, pois na maioria dos casos há fatores da vida atual interagindo com fatores passados, e a pessoa no meio da confusão energética. Logo, ela só consegue reagir ao presente quando resolve o passado, e vice-versa.

O primeiro passo é incentivar a vinda à terapia, pois para a pessoa é especialmente difícil levantar e sair de casa. É importante que o terapeuta sinalize a importância das conseqüências dos atos: a TVP está ali oferecendo a corda de salvação, mas a pessoa tem que agarrá-la, senão ficará lá no fundo do poço sozinha.

Apenas um tipo de depressão não encontra bons resultados na TVP: a depressão da pessoa manipuladora, que se mantém naquele estado para que todos façam as suas vontades. Nesse caso sim há uma grande dose de fingimento, pois o que a pessoa quer é não ser contrariada. Mas esse tipo, sob olhar mais atento, mostra que nem depressão é exatamente, pois nesse caso o sofrimento e a solidão são uma escolha. No caso do deprimido autêntico, ele não consegue reagir nem que queira.

Quando o processo depressivo envolve obsessão, é comum até que a perseguição esteja acontecendo há anos a fio, por ligações passadas dos envolvidos Mas toda obsessão tem uma contrapartida da pessoa, uma brecha que gera o acesso da entidade, que na grande maioria dos casos é a culpa. A própria pessoa não se perdoa pelo que quer que tenha acontecido, e abre as portas do seu psiquismo para a ação trevosa, como se no fundo acreditasse que merece sofrer pelo que fez.

Como no caso Letícia descrito no livro, já acompanhei várias almas sombrias voltando para a luz. É um processo muito bonito, pois a pessoa que já passou pelo pior tipo possível de sofrimento tem uma força descomunal, que quando canalizada da forma certa pode trazer grandes realizações.

Se você sofre de depressão ou conhece alguém deprimido, aprofunde-se no assunto e busque a TVP. Escrevi um capítulo inteiro no livro justamente porque vivenciei a depressão bem de perto com um parente próximo, e sei o desastre familiar e pessoal que ela causa. Até por isso tenho um carinho especial pelo tema, pois adoro ser o instrumento para que outras famílias se harmonizem!

 Camila Sampaio 

 

Atendimento em São Paulo

Site: http://www.terapiadevidaspassadas.net

E-mail: camilasampaio@yahoo.com.br

Fones: (11) 9502 2176

Terapia de vidas passadas e Enxaqueca

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Camila Sampaio

Ajudar um paciente com dor é um processo aflitivo. Dá vontade de arrancar a dor lá de dentro. Ainda mais uma dor como a enxaqueca, que é misteriosa para a Medicina e costuma durar anos, sem grandes explicações.

Para a TVP, conforme descrevi no meu livro O Fio de Ariadne, temos algumas hipóteses, com 16 casos ilustrando:

1)    Ferimento de morte no local

2)    Obsessor com ferimento no local

3)    Manipulação de ectoplasma pelos obsessores

4)    Parto com fórceps traumático

Ou seja, um misto de vida atual com vida passada: falta de espiritualidade na vida atual e tragédias no passado. É como se a enxaqueca fosse um alerta de que algo não vai bem e precisa ser redirecionado.

O que acontece na enxaqueca obedece o mesmo mecanismo de outros sintomas, mas localiza-se especialmente na cabeça. A enxaqueca é especial também pela periodicidade, pela dificuldade em aplacá-la com remédios, e por todas as conseqüências sociais e pessoais que causa.

Além de Clarice, o caso que contei no livro, já ajudei muitas outras pessoas a saírem de suas crises terríveis e irritantes. E uma coisa interessante é que, com raras exceções, são pessoas doces, boazinhas e queridas por todos, mas que guardam um verdadeiro vulcão em erupção dentro de si.  Normalmente também são pessoas que se manifestam em momentos de raiva de forma sutil, dando tapas com luva de pelica ao invés de brigarem a altos brados.

A questão da espiritualidade na enxaqueca é bem importante, pois a pessoa que é médium e não trabalha fica sujeita à ação nefasta dos obsessores que têm algo contra ela. Claro, mediunidade não é algo de exclusividade espírita, a pessoa pode vivenciar sua espiritualidade na Igreja Católica, no Templo Budista, na Loja Rosacruz, na Igreja Evangélica, no Terreiro de Umbanda, ou onde lhe for conveniente. Em qualquer um desses locais sagrados os espíritos serão tratados e a energia em excesso, o ectoplasma, será doado.

Também por esse motivo espiritual é comum que a grande maioria das pessoas, mesmo as que não sofrem de enxaqueca regularmente, sintam dores fortes de cabeça um dia antes da sessão, no mesmo dia, e um dia depois da regressão. Antes da sessão porque os obsessores e personalidades de passado tentam impedir a pessoa de vir, e depois da sessão porque toda a energia trabalhada está sendo drenada e transmutada. Além da cabeça, que é uma região sensível para a manipulação de ectoplasma, é comum dores de barriga e enjôos (por causa do chakra umbilical), sono em excesso, muita vontade de urinar após a sessão (por causa da drenagem energética) e imprevistos gerais como ser chamado pelo chefe, quebrar o carro, um filho ficar doente, e demais inconvenientes que possam causar o desmarcamento da sessão. Isso faz parte do processo e é sempre avisado aos pacientes, para que haja ênfase na força de vontade.

Outro fator de vida atual que costuma unir os pacientes de enxaqueca é o fato de guardar um segredo importante, ou de não tomar uma decisão importante sobre algum ponto de sua vida. Clarice tinha traído o marido dentro de um casamento de 20 anos, com um colega de trabalho, e mantinha segredo sobre isso. As enxaquecas já aconteciam antes, mas foi visto na TVP que isso complicou as coisas, pois o próprio nervosismo que ela passava abria mais ainda as portas para os obsessores, e ainda ela tinha vidas em comum com o amante, e eram vidas que também traziam questões relativas à região da cabeça, como ferimentos no local.

Todos temos nossos segredos e nossas decisões importantes. A terapia  é importante e às vezes fundamental quando não conseguimos lidar com questões mais sérias sozinhos. No caso da TVP, as decisões a tomar podem ser até mais complexas do que pensamos, pois podem envolver fatores passados e a nossa proposta encarnatória. Além disso, como contei no artigo de auto-obsessão, podemos estar fazendo a vontade de nossas personalidades de passado sem querer, pensando que a decisão é nossa.

Logo, por tudo que foi dito, se você sofre de enxaqueca a TVP é uma ótima saída. Mesmo porque não será trabalhada só a enxaqueca, mas a sua personalidade em geral, e todas as pendências que sua alma traz para a atual encarnação. O ganho é tão grande que a enxaqueca fica até em segundo plano: o mais comum é que no decorrer da terapia ela suma e a pessoa só lembre disso quando eu pergunto, pois o processo trabalha tantas outras questões mais complexas que a sirene de alarme acaba virando só um detalhe.

Camila Sampaio

Atendimento em São Paulo

Site: http://www.terapiadevidaspassadas.net

E-mail: camilasampaio@yahoo.com.br

Fones: (11) 9502 2176

Terapia de vidas passadas e auto-obsessão

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Irei começar essa categoria do blog, TVP e…, com os temas que eu tratei no meu livro, O Fio de Ariadne. Mesmo tendo escrito bastante sobre esses temas, eles são tão ricos que sempre permitem mais comentários, além dos vários exemplos clínicos que sempre aparecem.

                Sobre o capítulo do livro, que é no qual conto a história de Samanta, foi o que mais ouvi comentários dos leitores. Expliquei sobre as dificuldades que ela teve com um ex-namorado e todas as implicações de auto-obsessão, ou seja, todas as personalidades de passado que intervinham no romance, no caso 33 vidas passadas.

                Para quem é iniciante no mundo da TVP, 33 vidas trabalhadas pode parecer um absurdo, pela quantidade e complexidade dos conteúdos. Dependendo do caso, esse número na verdade pode ser até maior, infelizmente.

                Auto-obsessão nada mais é do que a influência que as nossas próprias personalidades de passado causam sobre a gente. Ou seja, é um processo que acontece com todos nós, com maior ou menor intensidade.

                Um fator importante na auto-obsessão terapeuticamente é justamente trazer para a pessoa a responsabilidade pelo que lhe acontece. Muitas pessoas chegam na terapia esperando “tirar o encosto”, mandar passear aquele obsessor indesejável que incomoda e complica a vida. E muitas ficam surpresas quando constatam que o obsessor é interno, e não externo.

                No livro expliquei quais são os 12 fatores de vidas passadas que costumam contribuir para que se desenvolva a auto-obsessão em grau mais acentuado, e apresentei 28 casos da bibliografia de TVP. São eles:

1)      Culpa

2)       Vidas em conflito entre si

3)      Vidas em desacordo com a proposta atual

4)      Postulados, idéias fixas, programações mentais

5)      Comportamento condizente com determinada época histórica

6)      Suicídio

7)      Magia negra

8 )      Conduta ilícita em sequência de vidas, ânsia por poder

9)      Morte com carga emocional forte não drenada

10)   Loucura

11)   Afloramento específico que lembre morte

12)   Obsessores com personalidade passada, através de pactos

O que mais se percebe nesses fatores como perfil geral é que a auto-obsessão acontece quando algo ficou pendente no passado, carecendo de resolução. Ou, por outro lado, há um padrão rígido e teimoso que a alma vai seguindo no decorrer dos séculos, apenas mudando de contexto histórico.

Uma boa orientação terapêutica é fundamental no caso da auto-obsessão, para que o perfil das encarnações seja traçado, as personalidades sejam devidamente tratadas e seja feito todo um processo de intervenções terapêuticas para que a pessoa se conscientize do papel que vem desenvolvendo, e consiga estabelecer as mudanças mais necessárias.

Normalmente pacientes de auto-obsessão são os mais difíceis para o terapeuta. Teimosos, obstinados em seus pontos de vista, só aderem à terapia quando os solavancos da vida já foram fortes o suficiente para dobrar seu orgulho. Requerem ao mesmo tempo paciência e rigidez, pois adoram ganhar uma boa discussão. O processo terapêutico mais indicado nesse caso é deixar que ele chegue às próprias conclusões, pois dificilmente irá dar o braço a torcer e admitir estar errado.

O orgulho e auto-obsessão andam de mãos dadas. O orgulhoso é auto-centrado, e se preocupa tanto consigo mesmo que acaba entrando em um processo de auto-obsessão. O orgulhoso costuma trazer em si o lado mais negro da humanidade: a preocupação egoísta e a postura arrogante, de baixo desenvolvimento moral e ética. A TVP costuma ser um confronto doloroso consigo, e olhar no espelho muitas vezes dói em casos assim.

Se você tem um perfil assim, saiba que a TVP pode te ajudar muito. Como teimosa que sou também, sou obrigada a admitir a verdadeira revolução que a TVP fez na minha vida, e também sou forçada a admitir que muitas vezes pensei em desistir. Afinal, a idéia que dá é que todo o seu sistema de crença está errado – e está mesmo!

Um grande exemplo entre todos os teimosos e auto-obsediados que tratei foi uma moça que chegou com a vida totalmente caótica no consultório: problemas familiares, profissionais, de auto-estima, de relacionamento pessoal e sexualidade. No final das contas ela era lésbica e não sabia, e isso sabotava toda a sua vida. Conforme ela foi se percebendo conseguiu terminar o noivado, se colocar para a família, arrumar um emprego e começar a assumir as rédeas da vida.

Claro que não cabe à terapia aprovar ou condenar qualquer comportamento. O que interessa é ajudar a pessoa a entender qual ponto de sua vida está desconexo, que tipo de caminho seria o mais adequado para ela naquele momento evolutivo. Homossexual, bissexual, heterossexual, gerente de uma empresa, trabalhador autônomo, morar sozinho, constituir família, ter filhos ou não, ficar solteiro, todas são decisões válidas e podem ser tomadas, contanto que essa seja a vontade da pessoa.

A auto-obsessão se estabelece justamente quando a pessoa está tão subjugada às forças do passado que não consegue tomar as decisões que precisa em sua vida. Naturalmente, tudo começa a ficar travado, pois a própria pessoa está travada.

Fica o convite para se libertar das amarras do passado com a TVP. O resultado pode te surpreender!

 Camila SampaioAtendimento em São Paulo

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